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À MEIA.DÚZIA É MAIS DELICIOSA E... DIVINAL

por LA DIVA, em 13.11.14

Meia dúzia de ovos ou meia dúzia de pãezinhos acabados de sair do forno a lenha...

 

Nada disso!

 

São meia dúzia de bisnagas coloridas, divertidas e surpreendentemente brilhantes.

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Não são tóxicas, não, a não ser que nos dê na cabeça desatar a comê-las em vez de as usar para pintar belos quadros de refeição gourmet.

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Curiosas?...

 

Bom, também nos pode dar na cabeça inventar novos cocktails para um dia de festa. É só espremer as bisnagas e começar a experimentar saborers, combinando-os com imaginação.

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Existem em todos os sabores lusos, como a pera rocha do Oeste, o vinho do Porto ou Moscatel das encostas do Douro, o Madeira da ilha preciosa, os figos do Algarve, as maçãs Bravo de Esmolfe, raras mas mediterrânicas, as cereja do Fundão com Brandy...

 

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Também combinam com os sabores apimentados e exóticos das especiarias, que sempre nos levam a regressar à história das Descobertas do Oriente, como esta extraordinária combinação de vermelhos – vermelho-morango e vermelho-malagueta, em embalagem preta e elegante.

 

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São COMPOTAS muito, muito, deliciosas, embaladas de um modo FASHION, combinando ARTE e VIDA, como a DIVA tanto gosta.

 

EXPERIMENTEM!

 

São brilhantes, tal como brilhante é a empresa constituída pelos dois irmãos que tiveram a ideia de combinar esta química intrigante entre os sabores tradicionais e as embalagens do mundo dos modernos materiais de pintura.

 

A empresa ganhou este ano o 1º prémio do Salón de Gourmet, em Madrid, e já dispõe de 50 pontos de venda no país. Acabou de abrir uma loja POP-UP, localizada, pelo menos até ao Natal, no 1º andar do Atrium Saldanha, em Lisboa.

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Aqui, podem ainda experimentar MEIA.DÚZIA de sabores antes de se decidirem pela compra do sabor ideal.

 

Ideal, ideal é mesmo experimentar, levar para casa e OFERECER como prenda!

 

APAIXONEM-SE, Divas!

Site Meter

publicado às 10:40

SILHUETAS COM CHAPÉU DE ABA LARGA AINDA NÃO?!...

por LA DIVA, em 12.11.14

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Já se tornaram presença habitual nas lojas de moda feminina, mas, na maior parte das vezes, estão ainda confinados ao canto reservado aos acessórios. É talvez um sinal de que a mulher portuguesa não lhe presta ainda tanta atenção quanto a que reserva para malas ou sapatos.

 

Não é de admirar. Estas coisas demoram o seu tempo e, por natureza, somos do género discreto. E usar chapéu tem muito que se lhe diga.

 

Claro que tem.

 

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Para começo, ainda nos lembramos de que éramos ainda pequenas e a última coisa que queríamos era usar chapéu... por causa do sol.

 

Não, não era por causa do sol, era só porque não. E lá tínhamos as nossas razões, secretas.

 

Estas coisas marcam, ora, não?!

 

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E, depois, há outras pormenores, que quase sempre nos escapam.

 

O chapéu de aba larga não é apenas um objeto fashionista. É um objeto de culto. De culto do imaginário. E onde estes objetos existem, existe o mistério.

 

Ora, a portuguesinha era, pelo menos, até há umas duas gerações, ainda pequenina e trigueira.

 

Chapéu de aba larga, mas de palha, ou lenço é que ficavam bem. Ou mal.

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Quanto aos outros, bom, depois de ler o Eça e o famoso episódio das corridas de cavalos, uma certa elite ficou a achar que a cabeça portuguesa não tinha ponta de jeito, ou gosto, sei lá, para chapéus femininos.

 

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Já chapéus para homens, a conversa era outra.

 

Mas, adiante...

 

Hoje, a portuguesinha já não é tão pequenina assim, nem tão trigueirinha assim.

 

Não, agora já não.

Mas as ruas são conservadoras. Ainda não se habituaram a desestranhar o que em latitudes mais meridionais, é há muito uma marca de elegância e da feminilidade das próprias cidades.

 

Paris... Nova Iorque... Milão...

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Nova Iorque, outra vez...

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E, agora, DIVAS, vamos ver chapéus?...

 

 

Site Meter

publicado às 10:27

I MARRIED A WITCH 1942 VERONICA LAKE, A ARTE DE ENCANTAR

por LA DIVA, em 31.10.14

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Verónica Lake, a Diva de Hollywood que protagonizou, em 1942, a comédia romântica sob a direção de René Clair, I Married With a Witch, continua a enfeitiçar-nos com glamour.

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É uma rapariga como qualquer uma de nós, com os seus truques, sempre bem intencionados,

porque, às vezes,

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Eles não percebem nada,

 

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E, então...

 

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É preciso escutar o que têm para nos dizer.

 

Hoje, à noite, caso não seja apanhada pela carruagem fantasma que vai assombrar o metro da cidade, se preferir ficar em casa, pode sempre rever I Married With a Witch.

 

Eu enfeitiço-me sempre com esta história tão antiga que começa em Salém, há mais de 300 anos, quando Jennifer e o pai, acusados de bruxaria pelo reverendo da cidade, são condenados à fogueira. Jennifer lança uma maldição que recai sobre todos os membros masculinos da família de Jonathan Wooley, o reverendo puritano da cidade de Salém.

 

O que acontece, três séculos mais tarde?...

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Claro que sim, uma história de perdão e amor.

 

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Veja aqui o trailer e INSPIRE-SE.

 

A ARTE é de encantar o coração.

 

http://youtu.be/YJpxVbzzZt4

Site Meter

publicado às 14:58

EU E AS MINHAS SKINNIES

por LA DIVA, em 31.10.14

Esta pode bem ser uma relação duradoura, se escolhermos o par ideal para a nossa silhueta.

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As calças estreitas, terminando um palmo acima do tornozelo regressaram às catwalks. Já nos habituámos a associá-las a uma ideia de versatilidade. Resta-nos agora experimentá-la.

 

É certo que se adaptam a qualquer estilo. Mais: são ferramentas preciosas na composição do estilo pessoal. Porém, há sempre que avaliar o que vemos.

 

Os corpos magros das modelos das passerelles são a hidráulica do mecanismo que dá vida à fantasia.

2.jpgSemana da ModaMilão 2014

 

Na transição do conjunto de que gostamos para o corpo que temos há que fazer acertos. Por exemplo, as proporções. Podemos ter uma cintura bem mais sexy que a maior parte das modelos das passerelles, mas sermos mais baixas, ou bem mais generosas de curvas. E as criações dos designers são impiedosas. Se não nos ficam bem, será difícil convencer os outros do contrário.

 

Olhe sempre para os pequenos pormenores.

Observe-os.

Depois, adapte-os à sua personalidade.

Ao seu corpo.

A elegância é SUA, não é da roupa, mesmo que seja a roupa desenhada por um Mago da Moda.

 

Inspire-se nos modelos que lhe mostro e recrie-os à sua medida.

É o que fazem todas as Divas.

As possibilidades de recriação são quase infinitas. Mas, não esqueça, os pormenores são importantes.

 

Comecemos pelas bainhas.

 

Podem ter uma pequeníssima dobra, mas devem deixar uma porção de canela à vista. Se os seus tornozelos são bonitos, abuse deles sem piedade. Mostre-os descaradamente.

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Com sabrinas ou com botas curtas (ankle boots) e blusão de pele,

 

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Com sapatos de saltos altos e meia curta e um blazer,

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Com clutch ou mala de mão, para um estilo mais profissional,

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Com camisola curta, para um estilo mais descontraído, ou

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Um top sob um casaco de malha e uma echarpe em volta do pescoço como um colar,

para um estilo mais casual,

 

As skinnies adaptam-se a qualquer estilo.

E podem realçar a sua silhueta se aprender a explorar os seus pontos fortes, disfarçando aqueles de que não gosta.

 

Por exemplo, que fazer se as ancas lhe parecem demasiado largas? Ou demasiado estreitas?

Não se preocupe, há solução. Voltaremos a este assunto muito em breve.

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publicado às 09:40


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