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O QUE É QUE A CLUTCH TEM?

por LA DIVA, em 23.10.14

Que me faz tanto desejá-la?...

 

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E não, não é um livro. É uma CLUTCH!

Que pode levar um livro dentro!

 

Lembra-se do que disse Shakespeare sobre sermos feitos da matéria dos sonhos? Releia ou leia  “A Tempestade”. Se não, veja um filme ou espere que alguma companhia de teatro encene a peça.

 

Nos dois últimos casos, irá reparar que diferentes versões, realizações ou encenações resultam em objetos diferentes. De uns gostamos mais, de outros, menos. E poderemos discutir as diferentes opções que têm de ser tomadas, desde o momento da escolha e da distribuição do guião pelos atores até à montagem do filme ou a subida da peça ao palco.

 

O que quero dizer é isto:

 

As obras de arte são recriadas de cada vez que, digamos, nos cruzamos com elas. E nada dessa recriação afeta a obra, precisamente porque ela existe na própria recriação que dela fazemos.

 

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CLUTCH ME TONIGHT I'M YOURS (€525) é espantosa pelas possibilidades de recriação de um imaginário casual street ligado à banda desenhada.

 

 

Nós somos a obra de arte no sentido em que nos recriamos a todo o momento, mesmo que não demos por isso, nem estejamos habituados a explorar essas possibilidades.

 

Cada dia, abrimos gavetas e portas de armários para tirar roupa e sapatos.

Mesmo que, por hipótese, fossem os mesmos todos os dias, mesmo assim, seriam escolhas.

 

Perceber o significado desta maravilhosa possibilidade é mesmo muito importante.

É uma questão de saúde mental, emocional e física.

 

Provavelmente, só entenderíamos o que tem de maravilhoso podermos fazer uma escolha, mesmo pequenina, como a cor dos sapatos que vamos usar hoje, se fossemos de todo privados dessa capacidade.

 

Então,... faz sentido o que disse Shakespeare sobre a nossa natureza humana. Embora o tenha dito contando uma história de amor e reconciliação.

 

 

Nós somos quem pode contar a nossa própria história. Mesmo que não possamos dominar todas as partes, porque não existimos isolados de outros como nós, pelo menos, dominamos algumas. E isso já é por si maravilhoso.

 

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 Phillip Lim 'the Break Up' Patchwork Leather 31 Minute Clutch Bag (SEM PREÇO, porque a história é nossa).

 

Os designers de moda, por exemplo, são criativos com o pouco que podem contar. Eles dependem de nós para admirarmos ou detestarmos ou ignorarmos as suas histórias. Mas, com o pouco que dominam, a sua arte, não desistem de contar histórias. E fazem-no da forma mais extravagante.

 

Escolhamos também.

 

O quê?

 

Qualquer coisa.

O guarda-roupa.

Pode ser?

 

Mas antes da escolha, há uma ante-escolha a fazer:

 

Os básicos do guarda-roupa.

 

Enquanto não conversamos sobre o assunto, apreciem estas pequenas malas.

 

Vejam como em todas reconhecemos a recriação de imagens e histórias que povoam o nosso imaginário coletivo.

 

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Jimmy Loo ZULU CLUTCH é uma boa escolha, desafiadora, para usar na selva metropolitana.

 

Vamos daí! 

Até ao próximo post!

Site Meter

publicado às 11:34


1 comentário

De Taras e Manias a 23.10.2014 às 16:03

Gosto desta última


www.tarasemanias.pt

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